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Após lançamento de seu livro ‘’ O Jardim da Copaoba ‘’, jovem talentoso Júlio Cesar M. Aquino, concede entrevista exclusiva sobre o seu livro.

07 JUL 2016
07 de Julho de 2016



  A Nossa equipe de reportagem foi à cidade de Serra da Raiz-PB, nesta última terça-feira 05/07/16, para uma conversa franca com Júlio Cesar Miguel de Aquino, escritor, colunista, e acadêmico de História da Universidade Estadual da Paraíba, Campus Guarabira.

Na conversa Júlio Cesar conta um pouco sobre seu livro, e suas experiências com a literatura. O jovem apenas de 21 anos mostra ser um escritor promissor da Serra da Raiz-PB, como tantos outros já existentes na cidade e naquela região. Confira a entrevista;

 

1-      Quem é Júlio Cesar Miguel?

Quase nada. Mas acho que o fato de ser sonhador e de amar a vida me tornem alguma coisa. Eu nasci em Guarabira no ano de 1995. Durante minha infância e adolescência morei nas cidades de São Paulo, Serra da Raiz, Duas Estradas e Nova Cruz. Porém, minha pátria sempre foi a Serra. Prestei vestibular e entrei no curso de História na Universidade Estadual da Paraíba.

2-      Quando você soube que queria ser escritor? Quais foram suas maiores fontes de inspiração?

No dia que minha boca não conseguiu expressar o que minha alma queria dizer, descobri que a poesia consegue suprir essa falta. Longe de ser escritor, meu conhecimento da língua portuguesa é insignificante. Acho que sou um agricultor que trabalha com lavouras de palavras. Nas estações certas, os ventos trazem sementes, eu as planto dentro de mim e depois faço a colheita. Sou mais leitor do que autor das coisas que escrevo.

Tive várias inspirações, como não posso citar todos, cito o mestre Fernando Pessoa.

3-      De que maneira você descrever o seu processo de escrita? Você faz algum tipo de pesquisa ou preparação?

Meu processo de escrita é semelhante a uma gestante. O vento germina a semente que está no meu interior. Depois vejo a ideia crescer e se nutri dentro de mim, até que chega a hora da dor, a hora de tirar o filho de dentro de mim e coloca-lo no mundo. Criar é semelhante a morrer. São partes da mesma coisa.

 

4-      Há algum escritor que você se identifica? Quais? E por quê?

Não me identifico com nenhum deles, às vezes é difícil se identificar até com nós mesmos.  Mas tenho devoção por Fernando Pessoa, Augusto dos Anjos, Leon Tostoi.

5-      Quando você escreve o que você tenta despertar nos seus leitores?

As palavras que escrevo não buscam despertar nada nos leitores, elas buscam despertar os próprios leitores.

 

6-      O que você considera necessário para escrever? Você acredita que qualquer um pode se tornar escritor/escritora?

Qualquer um pode escrever palavras mortas, mas poucos conseguem escrever palavras vivas. Nosso espírito precisa soprar nas palavras que nosso corpo escreve.

7-      O que você acha mais difícil na hora de escrever um texto?

Se separar dele.

8-      Você está trabalhando em algum livro atualmente? Tem algum projeto para o futuro?

Atualmente trabalho na obra prima de minha existência : a minha vida. Comecei a pouco tempo a descobri o enredo, e mais recentemente ainda descobri a  escrever verbos. Somente quando eu ler todo o livro de minha vida trabalharei nas imitações dele.

9-      O que você diria para os que almejam escrever? Que dicas você daria a futuros escritores?

Sofram. Sintam o sofrimento assim como sentem a alegria. Sintam a dor assim como sentem o prazer. Sentir é prova de que vivemos. E só conseguimos realmente escrever quando verdadeiramente vivemos. Se não fizemos isso, seremos apenas repetidores de regras gramaticais, praticantes de uma língua moribunda que logo morre e dar lugar a outras.

 

Voce que ainda não teve acesso ao livro, é só você baixar em PDF neste link: https://gbnewssite.files.wordpress.com/2016/07/jardim-da-copaoba.pdf

Jardim da Copaoba.

  Por: J. Paulo Ferreira.

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